terça-feira, 8 de março de 2011

Página 27.

Pessoas lindas que eu amo tanto rsrsrs,como que vocês estão? Não postei nesse domingo por falta de net mas hoje compensso vocês com mais dusa páginas.


-Entendi, - disse sinceramente - mas não é por que eu entendo que eu vou perdoar.
-Claro que sim eu te endendo completamente.
-É uma ferida e essa ferida ainda está aberta,não sei quando vai sicatrizar e muito menos se vai sicatrizar,só quem pode me dizer isso é o tempo.
Ela ficou em silêncio e eu também por um minuto inteiro que não se passava.No minuto que se seguia eu só ficava me remoendo para saber o que ela falaria a seguir.
-Hãm..eu queria te pedir um favor. - ela disse quebrando o silêncio.
-Se tiver ao meu alcance.
-Eu espero. - sussurrou ela.
-Sim?
-Eu não sei se você sabe mas eu que estou convidando ás pessoas quer dizer, práticamente implorando a elas para irem ao casamento.Estou vendo que o que eles fizeram afetaram muitas pessoas,infelismente receio que os seus amigos estão muito tristes pelo o que aconteceu como se a culpa fosse deles também.
-E o que eu tenho haver com isso? - perguntei arrependida no mesmo instante que falei.
-Será que você poderia me ajudar com o casamento? - falou Cecília com um pesar nos olhos.
Ela era louca? Eu não sei por que eu iria fazer o casamento da menina que acabou com a minha vida! Tudo bem que eles não vão dormir juntos e outras coisas mas mesmo assim,quando me traíram não pensaram em como eu ficaria e muito menos se doeria.
-Acho que é meio impossível – falei rindo junto com a irônia.
-Eu já sábia mas pensa um pouco por favor.
-Eu até posso pensar mas dúvido muito que eu mude de idéia.
-Está bem.
Alguns minutos se passavam enquanto eu terminava de tomar o sorvete,ela ficava uma hora ou outra me olhando e olhando para o bolso como se tivesse dúvida do que fazer e falar mais até que ela tentou colocar um assunto..
-Mais sorvete? - ela perguntou depois que dei a última colherada.
-Por favor - pedi e sorri,eu gostava de comer ou tomar coisas doces pra matar minha tristeza,o meu único problema era a gordura que vinha junto.
E então ela colocou o sorvete na minha taça e tirou algo do bolso.Era uma carta,e de certa forma quando a olhei esperava que fosse algo dele e que ele dizesse que aquilo era só uma pegadinha da televisão e logo em seguida me pedisse em casamento e eu suspiraria e falasse “Claro que sim Leonardo,você é o amor da minha vida” e que vivessemos felizes para sempre mas infelizmente a vida não é nenhum conto de fadas,e ele não contrataria uns caras da televisão para em seguida me pedir em casamento.Nada,nada disso iria acontecer.
-Hãm...querida – disse ela sem jeito.
-Sim? - perguntei quando a olhando.
-O Leonardo te mandou uma carta,ele também pediu que você á responda por carta,ele sabe o quanto você não deve querer vê-lo tão cedo por isso ele disse que é só você dar ao Bruno que ele vai dar para o Léo.
-Está bem.
-Mas se eu fosse você leria em casa.
Eu não liguei para o que ela disse e abri a carta,a minha sede de ver a letra dele ou só de imaginar que ele escreveu algo para mim era tão grande a tamanha fixação que eu pouco importei.
-Em casa os meus pais vão estranhar é melhor eu ler aqui – expliquei com os olhos vidrados na tal carta.
-Tudo bem.Já que é algo mais particular vou dar uma ligação para o trabalho e já volto.
Assenti.
O envelope era igual o que a Cecília usou para me convidar para hoje e o papel também,fiquei apreensiva no inicio mas não por mim mais sim pelo Marco,mais no fim acabei abrindo a carta quase arrasgando-a.

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