Depois que ela disse isso nós duas nos levantamos e nos abraçamos,e claro, ficamos chorando as mágoas.Não era fácil.Algumas pessoas conseguem se reerguer rápidamente e enganar ser coração se trancando num outro mundo com uma facilidade incrivel,mais eu não,eu não era dessa forma,mais por que?
-Você quer que eu te leve até a sua casa? - perguntei para ser educada,Amanda estava sendo tão carinhosa comigo que eu não tinha como fazer outra coisa senão ser grata.
-Não precisa, – falou ela - a minha casa esta perto,posso ir andando,fora que já andei de carro demais assim depois eu fico preguiçosa por sua culpa.
-Não totalmente. - falei sorrindo.
-Verdade mais de qualquer forma “amiga que não tem culpa” eu gosto de andar,e pelo que eu ouvi e li você precisa falar com a sua mãe rápidinho.
-Você é a melhor amiga do mundo,sabia? - disse sorrindo e abraçando-a novamente.
-Eu sei. – falou entre risos – Brincadeira,mais de verdade,você que é.- ela disse sorrindo também - Agora se eu fosse você iria logo para casa.
-Tudo bem mais quando eu terminar a conversa com ela eu te ligo. - falei antes que ela pedisse
-Vou ficar esperando viu dona Ana? - disse ela indo de costas pro outro lado da rua.
-Está bem dona Amanda.Tchau!
-Tchau! - e assim ela desapareceu.
Eu me virei e segui pro meu carro abrindo-o e desejando que dali para frente eu tivesse mais sorte.Entrei e segui para casa.
Quando cheguei em casa estacionei o carro na rua em frente e depois só atravessei a rua a pé.
Seria agora ou nunca!Abri o portão e a minha mãe estava no jardim - limpando as plantas – assim que entrei ela me avistou e é como se ela lesse meu pensamento pois sua feição mudou.
-Olá querida! - ela veio em minha direção e me abraçou - Fiquei preocupada. - ela me afastou e me olhou.
-Não aconteceu nada demais - balbuciei
-Então por que você está com essa cara? - ela apontou para a minha feição
-Antes que eu te explique,eu quero saber duas coisas. – pedi.
Ela assentiu.
-O papai está em casa?
-Não,ele vai chegar mais tarde hoje. - ela começou a mostrar sua procupação a medida que eu falava.
-E o Pietro?
-Ele chegou da escola e foi brincar com a Júlia na casa dela.Só está eu e você aqui.
-Melhor assim. - sussurrei.
-Ana! - falou subino uma oitava em sua voz - Você está me deixando preocupada menina.
-Você quer que eu te leve até a sua casa? - perguntei para ser educada,Amanda estava sendo tão carinhosa comigo que eu não tinha como fazer outra coisa senão ser grata.
-Não precisa, – falou ela - a minha casa esta perto,posso ir andando,fora que já andei de carro demais assim depois eu fico preguiçosa por sua culpa.
-Não totalmente. - falei sorrindo.
-Verdade mais de qualquer forma “amiga que não tem culpa” eu gosto de andar,e pelo que eu ouvi e li você precisa falar com a sua mãe rápidinho.
-Você é a melhor amiga do mundo,sabia? - disse sorrindo e abraçando-a novamente.
-Eu sei. – falou entre risos – Brincadeira,mais de verdade,você que é.- ela disse sorrindo também - Agora se eu fosse você iria logo para casa.
-Tudo bem mais quando eu terminar a conversa com ela eu te ligo. - falei antes que ela pedisse
-Vou ficar esperando viu dona Ana? - disse ela indo de costas pro outro lado da rua.
-Está bem dona Amanda.Tchau!
-Tchau! - e assim ela desapareceu.
Eu me virei e segui pro meu carro abrindo-o e desejando que dali para frente eu tivesse mais sorte.Entrei e segui para casa.
Quando cheguei em casa estacionei o carro na rua em frente e depois só atravessei a rua a pé.
Seria agora ou nunca!Abri o portão e a minha mãe estava no jardim - limpando as plantas – assim que entrei ela me avistou e é como se ela lesse meu pensamento pois sua feição mudou.
-Olá querida! - ela veio em minha direção e me abraçou - Fiquei preocupada. - ela me afastou e me olhou.
-Não aconteceu nada demais - balbuciei
-Então por que você está com essa cara? - ela apontou para a minha feição
-Antes que eu te explique,eu quero saber duas coisas. – pedi.
Ela assentiu.
-O papai está em casa?
-Não,ele vai chegar mais tarde hoje. - ela começou a mostrar sua procupação a medida que eu falava.
-E o Pietro?
-Ele chegou da escola e foi brincar com a Júlia na casa dela.Só está eu e você aqui.
-Melhor assim. - sussurrei.
-Ana! - falou subino uma oitava em sua voz - Você está me deixando preocupada menina.
Suspirei pesadamente.
-Mãe,vamos conversar lá dentro,por favor?
Ela assentiu.
Ela pegou a minha mão como se eu ainda fosse uma garotinha e fomos para a cozinha.Eu me sentei na ponta e ela na frente de mim.
-Hãm...Hoje eu na verdade fui me encontrar com a Cecília,ontem anoite eu realmente estava na casa da Amanda mas não foi como ela de disse,é que eu descobri que a Melina e o Leonardo vão se casar,mas digamos que eu não..estava em condições piscológicas para voltar para casa,então a Amanda me convidou para dormir lá e eu aceitei.Depois de algum tempo o Bruno foi lá me ver,ele disse que veio aqui e que a senhora contou tudo para ele e tal mais ai ele foi para me contar que a Melina ia se casar com o Leonardo mas ele não tinha idéia que a Carol já sabia..
-Mas como que a Carol ja sabia? - falou ela me contando e enrrugando a testa.
-A dona Cecília já tinha contado para ela mas ela temia que a Carol não contasse para mim,ela ainda tem medo,ela se sente muito culpada,toda aquela confução aconteceu na casa dela afinal...
-Entendo mas continua..
-Quando ele chegou lá...
Eu tentei explicar para ela tudo nos minímos detalhes,depois que eu terminassse aquela parte e começasse a parte da minha conversa com a Cecília e que eu contasse para ela da aliança e da carta do Leonardo eu não queria que ela me jugasse e sim me apoiasse e,claro, também me ajudasse a contar para o Marco.Enquanto eu ia contando a afeição dela era de "supreza".
-Caramba! Não é atoa! - sua cara era engraçada mas ao mesmo tempo séria,as vezes acho que ela pensa que a minha história é como se fosse um romance drámatico ou coisa parecida.
-Você já ser recuperou? - falei exásperada - É que tem mais..
-Mãe,vamos conversar lá dentro,por favor?
Ela assentiu.
Ela pegou a minha mão como se eu ainda fosse uma garotinha e fomos para a cozinha.Eu me sentei na ponta e ela na frente de mim.
-Hãm...Hoje eu na verdade fui me encontrar com a Cecília,ontem anoite eu realmente estava na casa da Amanda mas não foi como ela de disse,é que eu descobri que a Melina e o Leonardo vão se casar,mas digamos que eu não..estava em condições piscológicas para voltar para casa,então a Amanda me convidou para dormir lá e eu aceitei.Depois de algum tempo o Bruno foi lá me ver,ele disse que veio aqui e que a senhora contou tudo para ele e tal mais ai ele foi para me contar que a Melina ia se casar com o Leonardo mas ele não tinha idéia que a Carol já sabia..
-Mas como que a Carol ja sabia? - falou ela me contando e enrrugando a testa.
-A dona Cecília já tinha contado para ela mas ela temia que a Carol não contasse para mim,ela ainda tem medo,ela se sente muito culpada,toda aquela confução aconteceu na casa dela afinal...
-Entendo mas continua..
-Quando ele chegou lá...
Eu tentei explicar para ela tudo nos minímos detalhes,depois que eu terminassse aquela parte e começasse a parte da minha conversa com a Cecília e que eu contasse para ela da aliança e da carta do Leonardo eu não queria que ela me jugasse e sim me apoiasse e,claro, também me ajudasse a contar para o Marco.Enquanto eu ia contando a afeição dela era de "supreza".
-Caramba! Não é atoa! - sua cara era engraçada mas ao mesmo tempo séria,as vezes acho que ela pensa que a minha história é como se fosse um romance drámatico ou coisa parecida.
-Você já ser recuperou? - falei exásperada - É que tem mais..
Eu e a minha mãe erámos super ligadas,mais é que últimamente parece que ela não me entende.Será que ela não perebe? Eu não gosto de ser grossa mais tem momentos que eu acho que eu deveria colocar um cartaz na testa e falar “Mãe é a minha vida e não um filme!”.
-Mais?! - falou surpreza - ...Pode falar.
-Hãm...depois que eu cheguei lá eu e a Cecília conversamos muito,mais já pro final da conversa ela me entregou essa carta.
Eu dei a carta a ela e fiz um sinal pra ela ler.Ela pegou da minha mão e abriu com uma pressa,ou curiodade,incrivel.Enquanto ela lia fez-se um silêncio total e eu não conseguia ler a sua expressão, coisa que para mim não era uma boa resposta.
-Realmente ele te ama! - ela disse quase que nem a Amanda e então suspirou - Vocês dois não tiveram culpa,vocês foram completamente as vitímas nisso tudo.
-Pena que aconteceu coisas demais nisso tudo. - suspirei.
Ela assentiu.
-Mais?! - falou surpreza - ...Pode falar.
-Hãm...depois que eu cheguei lá eu e a Cecília conversamos muito,mais já pro final da conversa ela me entregou essa carta.
Eu dei a carta a ela e fiz um sinal pra ela ler.Ela pegou da minha mão e abriu com uma pressa,ou curiodade,incrivel.Enquanto ela lia fez-se um silêncio total e eu não conseguia ler a sua expressão, coisa que para mim não era uma boa resposta.
-Realmente ele te ama! - ela disse quase que nem a Amanda e então suspirou - Vocês dois não tiveram culpa,vocês foram completamente as vitímas nisso tudo.
-Pena que aconteceu coisas demais nisso tudo. - suspirei.
Ela assentiu.
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