-Tudo bem – disse dando de ombros,feliz da vida - vocês duas nem são mais do que mãe e filha dá para ver que são muito amigas - ela sorriu e pausou. - Era esse o seu segundo pedido?
-Não,na verdade era uma satisfação. - expliquei - O meu segundo pedido é que se o Marco brigar comigo;...descobrir antes que eu conte hãm eu...eu receio que não sei o que vai acontecer com o nosso relacionamento por isso eu peço que...enquanto - respirei fundo - enquanto ele estiver aqui em Iguape a senhora não me ligue tanto pra me contar sobre os planos para o casamento.
-Tudo bem,entendo. - ela fez uma pausa - Querida você acha que vai conseguir fazer isso? - ela perguntou maternamente,nunca a vira desse jeito comigo.Sinceramente.
-Na verdade eu não sei – falei - Eu só sei que tenho que saber o quanto eu sou forte,por que só ai que eu vou saber se consigo ou não esquecer o seu filho e passar a minha vida pra frente.
-Entendo e espero que você consiga superar a sua dor. - com essas palavras ela deu uma passadinha na minha mão que estava sobre a mesa.
-Concerteza a senhora não espera tanto quanto eu.
Ela assentiu.
Ficamos em silêncio.
Eu estava sendo sincera,eu queria e ao mesmo tempo não queria esquecer ele.A carta também não melhorou a minha situação.Eu o amava muito,muito para esquecer ele e pelo que ele escreveu na carta ele também me amava.Tudo que a dona Eldeuvina me disse também me deixou intrigada - intrigada talvez não é a palavra certa - talvez a palavra certa seja arrepedimento ou não,mas enquanto isso serve.O que eu estou fazendo com o Marco é errado,mas eu preciso ver o que o meu coração aquenta e espero que eu seja forte,forte o suficiente para deixar o Leonardo seguir a sua vida e eu a minha.Pela felicidade de nós dois.
Interrompi o silêncio.
-A Melina não vai fazer nada para o próprio casamento?
-Não,ela deixou tudo em minhas mãos.Ela está muito decepcionada com o que fez,mas agora é tarde para se culpar.
Assenti
-Você gostaria de ser a madrinha? - ela disse do nada
-Com o Marco? Dúvido muito que ele queira...
-Não,eu estava pensando - ela disse me interropendo - você com o Bruno,assim você teria pelo menos uma desculpa para o Marco não ficar nervozo,já que,vocês dois – Bruno e você,são tão amigos.
-Para ser sincera eu não sei nem mesmo se eu amo o Marco ou se me acostumei com o seu carinho,por isso mesmo que preciso saber se sou forte o suficiente.Não vou negar que fiquei mais feliz com esse contrato... - atropelei as palavras - Mas acho que sim,sim,eu gostaria de ficar com o Bruno no altar,ele é como se fosse um irmão alguns anos mais novo do que eu - desabafei,só percebi o que tinha falado depois - Desculpa! Foi um desabafo
-Tudo bem eu te entendo.Eu também fico mais feliz em saber que tem esse contrato e posso te garantir que o Léo também.
Eu suspirei depois que ela disse a parte sobre o Léo mas ela não percebeu por que olhou o relógio de pulso.
-Nossa! Já está tão tarde.
-Eu preciso ir. - aproveitei a oportunidade e larguei o anel em cima do balcão quando percebi que ainda tinha em minhas mãos e que ficou sua marca de tão forte que eu a apertava.
-Ele mandou para você,é pra ficar. - disse ela me julgando.
-Não sei se posso.O que eu falaria? - dei meu ponto de vista.
-Fale que eu te dei,já que talvez você vai contar pra ele essa história ou senão conte toda a verdade logo pra ele.
Concordei com a sua história.
-Talvez eu conte a verdade mesmo.
Nós nos despedimos..
-Eu te ligo quando o Marco for embora. - avisei.
-Obrigado! - falou aliviada.
-Obrigado você por você vir.
Nós nos despedimos mais uma vez e eu sai pra fora mas ela continuava dentro da casa.Quando estava virando a esquina a Amanda estava no meu carro.Ela parou do meu lado e percebi que eu tinha vindo de a pé.
-Vim te trazer. - ela disse sorrindo pra mim.
-Obrigada.
-Não,na verdade era uma satisfação. - expliquei - O meu segundo pedido é que se o Marco brigar comigo;...descobrir antes que eu conte hãm eu...eu receio que não sei o que vai acontecer com o nosso relacionamento por isso eu peço que...enquanto - respirei fundo - enquanto ele estiver aqui em Iguape a senhora não me ligue tanto pra me contar sobre os planos para o casamento.
-Tudo bem,entendo. - ela fez uma pausa - Querida você acha que vai conseguir fazer isso? - ela perguntou maternamente,nunca a vira desse jeito comigo.Sinceramente.
-Na verdade eu não sei – falei - Eu só sei que tenho que saber o quanto eu sou forte,por que só ai que eu vou saber se consigo ou não esquecer o seu filho e passar a minha vida pra frente.
-Entendo e espero que você consiga superar a sua dor. - com essas palavras ela deu uma passadinha na minha mão que estava sobre a mesa.
-Concerteza a senhora não espera tanto quanto eu.
Ela assentiu.
Ficamos em silêncio.
Eu estava sendo sincera,eu queria e ao mesmo tempo não queria esquecer ele.A carta também não melhorou a minha situação.Eu o amava muito,muito para esquecer ele e pelo que ele escreveu na carta ele também me amava.Tudo que a dona Eldeuvina me disse também me deixou intrigada - intrigada talvez não é a palavra certa - talvez a palavra certa seja arrepedimento ou não,mas enquanto isso serve.O que eu estou fazendo com o Marco é errado,mas eu preciso ver o que o meu coração aquenta e espero que eu seja forte,forte o suficiente para deixar o Leonardo seguir a sua vida e eu a minha.Pela felicidade de nós dois.
Interrompi o silêncio.
-A Melina não vai fazer nada para o próprio casamento?
-Não,ela deixou tudo em minhas mãos.Ela está muito decepcionada com o que fez,mas agora é tarde para se culpar.
Assenti
-Você gostaria de ser a madrinha? - ela disse do nada
-Com o Marco? Dúvido muito que ele queira...
-Não,eu estava pensando - ela disse me interropendo - você com o Bruno,assim você teria pelo menos uma desculpa para o Marco não ficar nervozo,já que,vocês dois – Bruno e você,são tão amigos.
-Para ser sincera eu não sei nem mesmo se eu amo o Marco ou se me acostumei com o seu carinho,por isso mesmo que preciso saber se sou forte o suficiente.Não vou negar que fiquei mais feliz com esse contrato... - atropelei as palavras - Mas acho que sim,sim,eu gostaria de ficar com o Bruno no altar,ele é como se fosse um irmão alguns anos mais novo do que eu - desabafei,só percebi o que tinha falado depois - Desculpa! Foi um desabafo
-Tudo bem eu te entendo.Eu também fico mais feliz em saber que tem esse contrato e posso te garantir que o Léo também.
Eu suspirei depois que ela disse a parte sobre o Léo mas ela não percebeu por que olhou o relógio de pulso.
-Nossa! Já está tão tarde.
-Eu preciso ir. - aproveitei a oportunidade e larguei o anel em cima do balcão quando percebi que ainda tinha em minhas mãos e que ficou sua marca de tão forte que eu a apertava.
-Ele mandou para você,é pra ficar. - disse ela me julgando.
-Não sei se posso.O que eu falaria? - dei meu ponto de vista.
-Fale que eu te dei,já que talvez você vai contar pra ele essa história ou senão conte toda a verdade logo pra ele.
Concordei com a sua história.
-Talvez eu conte a verdade mesmo.
Nós nos despedimos..
-Eu te ligo quando o Marco for embora. - avisei.
-Obrigado! - falou aliviada.
-Obrigado você por você vir.
Nós nos despedimos mais uma vez e eu sai pra fora mas ela continuava dentro da casa.Quando estava virando a esquina a Amanda estava no meu carro.Ela parou do meu lado e percebi que eu tinha vindo de a pé.
-Vim te trazer. - ela disse sorrindo pra mim.
-Obrigada.
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