Ela começou a chorar e tremer mais ainda.Meu irmão vltou para perto de mim e subiu no meu colo,ele me acalmou um pouco mas não o necessário para tudo.
Eu comecei a correr,quando eu vi eu estava fora da minha casa,corri práticamente a cidade inteira,eu chorava e agradeci não poder ver ninguém por causa do choro.Quando eu percebi,estava perto da casa do Leonardo.Agora eu ja sabia o que fazer,por mais que eu estava louca para acabar com o meu sofrimento,louca para escutar dele que nada iria mudar os nossos planos,a crinça que ela esperava não tinha culpa de nada.Como eu desejava estar no lugar dela agora,como eu queria estar grávida agora,como eu queria!
Ele morava perto do canto do morro,u nunca vi aquele lugar tão fazio.Eu estava entre lágrimas,tinha tanta lembrança daquele lugar,tantas coisas boas.
-vem,eu quero te apresentar a minha mãe - ele disse me puxando para dentro da casa.
O muro da casa era muito bonito,era verde claro com as bordas brancas,tinha um jardim com várias flores e em um canto do jardim tinha três tipos de rosas:vermelhas,brancas e azuis.A casa em geral era perfeita,o chão era de madeira,ela era arejada,no centro da sala tinha um tapete brando,tinha três cadeiras de modo clássicas,as almofadas eram brancas e o esqueleto eram em verniz.Tinha as janelas,e alguns vidros que deixavam a casa mais clara do que de costume.
-linda! - eu disse
-obrigado - era uma voz feminina só então percebi que era a mãe dele,ela estava encostada na porta.Ela era muito bonita.Ela era alta,os seus olhos eram castanhos,a pele um pouco bronzeada,os cabelos grandes,igual a mim,um pouco mais abaixo do busto.Ela sorriu - prazer meu nome é Cecília - ela veio até mim e me deu um abraço
-o prazer é todo meu.
-você deve ser a Ana,estou correta? - ela saiu do abraço
-sim
-que bom,o Leonardo não para de falar de você um minuto
Eu corei.
Tantas lembranças na casa verde - que agora era laranja com as bordas brancas - E aqui estou eu,como eu queria morrer,eu estava aos poucos morrendo,meu coração a cada segundo doia mais,meus olhos a cada minuto não enxegava mais quase nada e como eu queria parar de respirar,pelo menos acabaria com todo um sofrimento que não vai me levar a lugar nenhum.
O portão se abriu e lá estava ele,os olhos castanhos - escuros tristes,ele parecia muito parecido comigo,estava com a mesma feição,estava morto como eu,sua pele morena estava sem vida,pálida.Ele me olhou e abaixou a cabeça.
-desculpe-me! - ele quebrou o silêncio.Ele veio até mim ficou numa distância de mais ou menos uma mão.
-por que? Só me diz isso.Por que?
-eu bebi demais,e quando vi ja era de manhã.Nãso vou negar que eu não tive culpa.
-culpa? A que mais tem culpa aqu sou eu! Eu deveria ter escutado a Amanda,deveria ter falado não para a minha mãe e ido com você,eu deveria ter ido para mostrar que você é meu - ele me olhou e um brilho nos teus olhos apareceu - melhor,você era meu
O brilho desaparecu.
-sua mãe me ligou falado que ela está...grá-
-grávida! - terminei a frase para ele - O que você vai fazer?
-não sei.Eu não quero esse filho,eu estava pensando em falar para ela tirar
-não seja covarde! - gritei - você fez a burrada e agora concerta
-se eu concertar,vai ser o fim para nós
-isso me machuca mais do que machuca você
-isso é o fim de nós e se eu cuidar da crinça e nós...
-você fez a burrada agora arque com as conseguencias.Só eu sei o quão estar me doendo dizer isso,só eu sei o quanto eu que ria que aquele filho fosse meu
-será que um dia você vai conseguir me perdoar algum dia?
-isso que é o complicado.Eu ja perdoei!
Ele deu um sorriso mas continuou triste
-você sempre vai e sempre será a minha vida
Eu abaixei a cabeça.E derrepente eu comecei a chorar trágicamente,rios de lágrimas invadiram o meu rosto.Ele foi levar a mãe no meu rosto.Eu comecei a correr,quando eu vi eu estava fora da minha casa,corri práticamente a cidade inteira,eu chorava e agradeci não poder ver ninguém por causa do choro.Quando eu percebi,estava perto da casa do Leonardo.Agora eu ja sabia o que fazer,por mais que eu estava louca para acabar com o meu sofrimento,louca para escutar dele que nada iria mudar os nossos planos,a crinça que ela esperava não tinha culpa de nada.Como eu desejava estar no lugar dela agora,como eu queria estar grávida agora,como eu queria!
Ele morava perto do canto do morro,u nunca vi aquele lugar tão fazio.Eu estava entre lágrimas,tinha tanta lembrança daquele lugar,tantas coisas boas.
-vem,eu quero te apresentar a minha mãe - ele disse me puxando para dentro da casa.
O muro da casa era muito bonito,era verde claro com as bordas brancas,tinha um jardim com várias flores e em um canto do jardim tinha três tipos de rosas:vermelhas,brancas e azuis.A casa em geral era perfeita,o chão era de madeira,ela era arejada,no centro da sala tinha um tapete brando,tinha três cadeiras de modo clássicas,as almofadas eram brancas e o esqueleto eram em verniz.Tinha as janelas,e alguns vidros que deixavam a casa mais clara do que de costume.
-linda! - eu disse
-obrigado - era uma voz feminina só então percebi que era a mãe dele,ela estava encostada na porta.Ela era muito bonita.Ela era alta,os seus olhos eram castanhos,a pele um pouco bronzeada,os cabelos grandes,igual a mim,um pouco mais abaixo do busto.Ela sorriu - prazer meu nome é Cecília - ela veio até mim e me deu um abraço
-o prazer é todo meu.
-você deve ser a Ana,estou correta? - ela saiu do abraço
-sim
-que bom,o Leonardo não para de falar de você um minuto
Eu corei.
Tantas lembranças na casa verde - que agora era laranja com as bordas brancas - E aqui estou eu,como eu queria morrer,eu estava aos poucos morrendo,meu coração a cada segundo doia mais,meus olhos a cada minuto não enxegava mais quase nada e como eu queria parar de respirar,pelo menos acabaria com todo um sofrimento que não vai me levar a lugar nenhum.
O portão se abriu e lá estava ele,os olhos castanhos - escuros tristes,ele parecia muito parecido comigo,estava com a mesma feição,estava morto como eu,sua pele morena estava sem vida,pálida.Ele me olhou e abaixou a cabeça.
-desculpe-me! - ele quebrou o silêncio.Ele veio até mim ficou numa distância de mais ou menos uma mão.
-por que? Só me diz isso.Por que?
-eu bebi demais,e quando vi ja era de manhã.Nãso vou negar que eu não tive culpa.
-culpa? A que mais tem culpa aqu sou eu! Eu deveria ter escutado a Amanda,deveria ter falado não para a minha mãe e ido com você,eu deveria ter ido para mostrar que você é meu - ele me olhou e um brilho nos teus olhos apareceu - melhor,você era meu
O brilho desaparecu.
-sua mãe me ligou falado que ela está...grá-
-grávida! - terminei a frase para ele - O que você vai fazer?
-não sei.Eu não quero esse filho,eu estava pensando em falar para ela tirar
-não seja covarde! - gritei - você fez a burrada e agora concerta
-se eu concertar,vai ser o fim para nós
-isso me machuca mais do que machuca você
-isso é o fim de nós e se eu cuidar da crinça e nós...
-você fez a burrada agora arque com as conseguencias.Só eu sei o quão estar me doendo dizer isso,só eu sei o quanto eu que ria que aquele filho fosse meu
-será que um dia você vai conseguir me perdoar algum dia?
-isso que é o complicado.Eu ja perdoei!
Ele deu um sorriso mas continuou triste
-você sempre vai e sempre será a minha vida
-não me toque! - eu gritei.Ele se encolheu - por que?!
Eu comecei a dar alguns tapas nele,ele só abaixou a cabeça .E quando eu vi ele me pegou num abraço.
-por que.. - eu dei mais duas batidinhas de leve noombro dele - vocÊ foi e sempre será o amor da minha vida.
Eu me afastei dele,nós nod olhamos por alguns segundos,olhei para todo o rosto dele,olhei para os seus lábios que nunca mais eu teria.Minha mão estava alisando cada parte do seu rosto,e ele o meu,nós dois secamos as lágrimas um do outro sincronizadamente.
-não precisa ser assim! - ele disse
-sim,precisa.A mãe dela nunca aceitaria uma filha sendo mãe solteira,principalmente ela que é a filha mais nova.Me desculpa,mas eu não consigo mais...
Eu sai correndo para dentro do morro que era uma floresta a céu aberto.Corria tanto que muitas vezes escorreguei.
-Ana! - escutei ele gritar
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