Boa leitura!
Ele me pegou pelos braços me sentando na calçada.Eu coloquei a minha cabeça no seu colo,enquanto eu estava deitada na minha vida.No meu mundo.Aproveitei para sentir o seu cheiro.O seu cheiro invadia as minhas narinas fazendo eu perceber como eu gostava daquele cheiro que sempre esteve perto de mim mas eu nunca percebi.Eu comecei a rir.
-O que foi? - ele disse preocupado
Eu continuava a rir.
-O que foi Ana! - exigiu ele com olhar preocupado.
Eu segure a minha respiração por alguns segundos - que se pudesse congelaria - Abri a boca para falar.
-Eu nunca percebi como o seu cheiro é bom – disse entre risos
Ele começou a rir comigo
-Que susto você me deu - ele disse depois que paramos de rir
Eu sorri
-Desculpe-me - eu disse sorrindo
-Tudo bem.Que bom que você gosta do meu cheiro
Ficamos em silêncio
-Quando você vai? - perguntei quebrando o silêncio
-Eu posso ir depois.No dia seguinte para ser mais exato,mas eu não queria ir
-Não vá - disse sentindo uma dor no peito só de pensar de mim sem ele.
Ele ficou em silêncio e me abraçou.Ficamos abraçados por alguns minutos,cada um com certeza imaginando a falta que o outro faria na vida.
Ele me afastou,olhou bem nos meus olhos e acariciou o meu rosto com as costas da mão - eu fechei meus olhos instantâneamente - com o jesto do carinho.
-Ana... - ele sussurou,eu abri meus olhos e ele continuava me olhando.Corei um pouco,minha sorte que era noite - Nem tudo é tão simples,eu tenho um emprego que gosto,ganho um salário bom,e mesmo se quisesse ficar,onde eu trabalharia e onde eu moraria?
-Isso eu já sei
-Hãm?
-Meu pai tem muitos contatos e concerteza você poderia morar lá em casa!
-Não sei...
-Por favorzinho - fiz biquinho
-Você não diz assim desde os oito anos
Começamos a rir.
-E depois eu tenho que te mostrar uma coisa - eu disse me lembrando de um dia atrás quando eu tinha entrado no meio da mata fechada,o local era aberto e bonito mas para mim não era nada disso.Mas o Marco gosta tanto de terra e montanhas - não é a toa que ele conhece toda a mata aqui - Eu queria mostrar para ele,eu não queria voltar lá mas se pelo menos eu chegasse um pouco perto só para ele ver e de qualquer forma,com ele talvez eu não sinto tanta dor com a lembrança.
-Onde que é? - ele disse com curiosidade
-Eu não duvido que você não conheça mas agora você vai comigo – disse com sinceridade
-E não existe nenhuma companhia melhor do que a sua
Eu corei – de novo - minha sorte é que era noite.
-Hãm...Então,vamos para casa? - ainda envergonhada.
Ele assentiu.Enquanto andavámos nas ruas dezertas ficamos nos lembrando de coisas que não tinha nada a ver mas marcaram a nossa infância.
-Que dia que você mais gostou de ficar comigo? - ele perguntou
-Todos os dias que eu ficou com você,eu gosto
-Só um - ele suspirou,mas parecia que aquela pergunta era muito importante para ele.
-Não sei - parei para pensar - Teve aquele dia que estávamos na sorveteria e que fizemos a maior guerra de sorvete junto com a Amanda e o Leo... - não consegui terminar o nome dele,comecei a lembrar e a chorar.
-Não fique assim - ele me puxou para um abraço de urso.
Ficamos na rua em pé por poucos minutos que para mim pareceu uma eternidade.Se eu pudesse esquecer o Leonardo eu esqueceria mas não,não tinha como eu esquecer um amor tão forte, principalmente quando esse amor não teve culpa,é como se eu quebrasse um copo enquanto lavava a louça,quebrou nas minhas mãos mas eu não tive culpa,estava escorregadio e caiu no chão,neste caso eu era o pano e ele o copo que com um pequeno deslise "paft".Eu estava tão feliz a minutos atrás que agora não sou nada.Enquanto eu estava livre e triste com os meus pensamentos o Marco me conduzia pela rua que por sorte - ou não - estava vazia.
-Chegamos! - ele disse calmo libertando os meus braços - que estava enrroscado e não queria sair por nada - dele. - Ana?
Consigui libertar
-Entra comigo? - perguntei depressa assim que me soltei.
-Um pouco - disse ele entrando pelo o portão
Fomos abraçados até a porta da sala e quando vi o meu pai estava sentado sorrindo.Aposto que ele esta pensando outras coisas...
Ele enterrompeu os meus pensamentos.
-Filha! Que bom que você chegou,estava preocupado - ele veio até mim e me abraçou sorrindo,eu também sorri com mais facilidade. - Vejo que você está feliz
-Sim - menti - Eu vou dormir
Eu dei um beijo nele e fui para a cozinha
-Mas antes vou comer alguma coisa - gritei de lá
Eu arrastei o Marco comigo e coloquei um pouco de comida para ele também.
-Obrigado - ele disse depois que tirei o prato do microondas e levando para ele
-De nada - eu sorri.Não vou negar,eu mesma estava um pouco estranha.
Escutei alguns passos vindo até a cozinha mas eu estava um pouco zonza com o drama que fiz agora pouco então eu não sabia se era ou não alguém vindo.
-Filha vou dormir - disse meu pai aparecendo e indo para me dar um beijo na testa
-Benção? - pedi
-Deus te abençoe - ele parou - E coloque um pouco de felicidade na sua vida - ele sussurou,sussurou tão baixo que nem sei se ele falou aquilo.
Eu balancei a cabeça mas a tempo de ver meu pai piscando para o Marco.Essa não - pensei
Assim que ele saiu eu desejei que ele não pensasse o que eu acho que ele estava pensando.Eu e o Marco comemos em silêncio,eu não estava muito para conversas e ele sabia disso,enquanto comiamos eu peguei ele varias vezes olhando para mim e vice e versa,quando isso acontecia riamos mas tinha que ser baixo,afinal,já tinha gente dormindo.Quando terminamos lavamos os pratos,secamos e guardamos.
-Eu vou escovar os meus dentes - eu disse sorrindo
-E eu vou embora.Você pode me levar no portão?
-Espera,por favor - ele assentiu - Só vou escovar os dentes e colocar o pijama.
Ele sorriu.
Ele foi para a sala e eu escovei os meus destes.Quando terminei corri para colocar o meu pijama velho que eu ja tinha a anos - eu ganhara outro mas eu prefiria esse que era mais confortável,ele era azul-claro e branco e tinha algumas bordas (já amarelada) - pelo tempo - Eu me vesti rápidamente e quando abri a porta ele estava no sofá pensativo,quando me viu abriu um sorriso enorme que me fez sorrir,eu não queria que ele fosse eu queria que ele ficasse ali,a dias eu não sabia o que era dormir direito,acordava sempre anoite e sempre tinha pesadelos,eu não via o por que dele não dormir comigo,ele concerteza não faltaria com respeito e lógico que me entenderia...
-O que foi? - ele disse preocupado
Eu continuava a rir.
-O que foi Ana! - exigiu ele com olhar preocupado.
Eu segure a minha respiração por alguns segundos - que se pudesse congelaria - Abri a boca para falar.
-Eu nunca percebi como o seu cheiro é bom – disse entre risos
Ele começou a rir comigo
-Que susto você me deu - ele disse depois que paramos de rir
Eu sorri
-Desculpe-me - eu disse sorrindo
-Tudo bem.Que bom que você gosta do meu cheiro
Ficamos em silêncio
-Quando você vai? - perguntei quebrando o silêncio
-Eu posso ir depois.No dia seguinte para ser mais exato,mas eu não queria ir
-Não vá - disse sentindo uma dor no peito só de pensar de mim sem ele.
Ele ficou em silêncio e me abraçou.Ficamos abraçados por alguns minutos,cada um com certeza imaginando a falta que o outro faria na vida.
Ele me afastou,olhou bem nos meus olhos e acariciou o meu rosto com as costas da mão - eu fechei meus olhos instantâneamente - com o jesto do carinho.
-Ana... - ele sussurou,eu abri meus olhos e ele continuava me olhando.Corei um pouco,minha sorte que era noite - Nem tudo é tão simples,eu tenho um emprego que gosto,ganho um salário bom,e mesmo se quisesse ficar,onde eu trabalharia e onde eu moraria?
-Isso eu já sei
-Hãm?
-Meu pai tem muitos contatos e concerteza você poderia morar lá em casa!
-Não sei...
-Por favorzinho - fiz biquinho
-Você não diz assim desde os oito anos
Começamos a rir.
-E depois eu tenho que te mostrar uma coisa - eu disse me lembrando de um dia atrás quando eu tinha entrado no meio da mata fechada,o local era aberto e bonito mas para mim não era nada disso.Mas o Marco gosta tanto de terra e montanhas - não é a toa que ele conhece toda a mata aqui - Eu queria mostrar para ele,eu não queria voltar lá mas se pelo menos eu chegasse um pouco perto só para ele ver e de qualquer forma,com ele talvez eu não sinto tanta dor com a lembrança.
-Onde que é? - ele disse com curiosidade
-Eu não duvido que você não conheça mas agora você vai comigo – disse com sinceridade
-E não existe nenhuma companhia melhor do que a sua
Eu corei – de novo - minha sorte é que era noite.
-Hãm...Então,vamos para casa? - ainda envergonhada.
Ele assentiu.Enquanto andavámos nas ruas dezertas ficamos nos lembrando de coisas que não tinha nada a ver mas marcaram a nossa infância.
-Que dia que você mais gostou de ficar comigo? - ele perguntou
-Todos os dias que eu ficou com você,eu gosto
-Só um - ele suspirou,mas parecia que aquela pergunta era muito importante para ele.
-Não sei - parei para pensar - Teve aquele dia que estávamos na sorveteria e que fizemos a maior guerra de sorvete junto com a Amanda e o Leo... - não consegui terminar o nome dele,comecei a lembrar e a chorar.
-Não fique assim - ele me puxou para um abraço de urso.
Ficamos na rua em pé por poucos minutos que para mim pareceu uma eternidade.Se eu pudesse esquecer o Leonardo eu esqueceria mas não,não tinha como eu esquecer um amor tão forte, principalmente quando esse amor não teve culpa,é como se eu quebrasse um copo enquanto lavava a louça,quebrou nas minhas mãos mas eu não tive culpa,estava escorregadio e caiu no chão,neste caso eu era o pano e ele o copo que com um pequeno deslise "paft".Eu estava tão feliz a minutos atrás que agora não sou nada.Enquanto eu estava livre e triste com os meus pensamentos o Marco me conduzia pela rua que por sorte - ou não - estava vazia.
-Chegamos! - ele disse calmo libertando os meus braços - que estava enrroscado e não queria sair por nada - dele. - Ana?
Consigui libertar
-Entra comigo? - perguntei depressa assim que me soltei.
-Um pouco - disse ele entrando pelo o portão
Fomos abraçados até a porta da sala e quando vi o meu pai estava sentado sorrindo.Aposto que ele esta pensando outras coisas...
Ele enterrompeu os meus pensamentos.
-Filha! Que bom que você chegou,estava preocupado - ele veio até mim e me abraçou sorrindo,eu também sorri com mais facilidade. - Vejo que você está feliz
-Sim - menti - Eu vou dormir
Eu dei um beijo nele e fui para a cozinha
-Mas antes vou comer alguma coisa - gritei de lá
Eu arrastei o Marco comigo e coloquei um pouco de comida para ele também.
-Obrigado - ele disse depois que tirei o prato do microondas e levando para ele
-De nada - eu sorri.Não vou negar,eu mesma estava um pouco estranha.
Escutei alguns passos vindo até a cozinha mas eu estava um pouco zonza com o drama que fiz agora pouco então eu não sabia se era ou não alguém vindo.
-Filha vou dormir - disse meu pai aparecendo e indo para me dar um beijo na testa
-Benção? - pedi
-Deus te abençoe - ele parou - E coloque um pouco de felicidade na sua vida - ele sussurou,sussurou tão baixo que nem sei se ele falou aquilo.
Eu balancei a cabeça mas a tempo de ver meu pai piscando para o Marco.Essa não - pensei
Assim que ele saiu eu desejei que ele não pensasse o que eu acho que ele estava pensando.Eu e o Marco comemos em silêncio,eu não estava muito para conversas e ele sabia disso,enquanto comiamos eu peguei ele varias vezes olhando para mim e vice e versa,quando isso acontecia riamos mas tinha que ser baixo,afinal,já tinha gente dormindo.Quando terminamos lavamos os pratos,secamos e guardamos.
-Eu vou escovar os meus dentes - eu disse sorrindo
-E eu vou embora.Você pode me levar no portão?
-Espera,por favor - ele assentiu - Só vou escovar os dentes e colocar o pijama.
Ele sorriu.
Ele foi para a sala e eu escovei os meus destes.Quando terminei corri para colocar o meu pijama velho que eu ja tinha a anos - eu ganhara outro mas eu prefiria esse que era mais confortável,ele era azul-claro e branco e tinha algumas bordas (já amarelada) - pelo tempo - Eu me vesti rápidamente e quando abri a porta ele estava no sofá pensativo,quando me viu abriu um sorriso enorme que me fez sorrir,eu não queria que ele fosse eu queria que ele ficasse ali,a dias eu não sabia o que era dormir direito,acordava sempre anoite e sempre tinha pesadelos,eu não via o por que dele não dormir comigo,ele concerteza não faltaria com respeito e lógico que me entenderia...
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